sexta-feira, 22 de março de 2013

Atrações musicais e danças marcam segundo dia da 1ª Semana da Cultura de Princesa Isabel


digitalizar0001Duarte Lima
Com uma programação voltada às atrações musicais e espetáculos de dança, o segundo dia da 1ª Semana de Cultura de Princesa Isabel conseguiu atrair um público médio à Praça de Eventos Natalhia do Espírito Santo na noite dessa quarta-feira (20).
As atrações ficaram a cargo da 11ª Gerência Regional de Educação (11ª GRE) e das escolas estaduais urbanas, com o apoio do município. A secretária municipal Socorro Maria (Cultura) e a gerente da 11ª GRE, Marta Santos, participaram das atividades culturais e agradeceram a presença do público e as parcerias realizadas entre a Prefeitura e a Secretarias de Estado da Educação e da Cultura.
Com um repertório eclético, a Banda Filarmônica 26 de Julho, de Patos, sob a regência do maestro Marcos Leandro, empolgou a plateia na execução de sucessos de Luiz Gonzaga, Chico César, Zé Ramalho, Elba Ramalho, Kid Abelha, Ritchie, frevos, dobrados e até hits da music dance dos anos 1970.
As atrações musicais e de danças das escolas estaduais também envolveram o público que, apesar do chuvisco intermitente, permaneceu no local.
A coreografia apresentada por Rayne Cardoso, de 11 anos, e Lucas Leonardo, de 13 anos, foi um dos pontos altos das atrações. Ambos primos e alunos da Escola Ministro Alcides Carneiro, arrancaram aplausos entusiastas da plateia, com movimentos e passos apurados e muita ginga ao som de “Pisando em Brasa”, choro frenético do inigualável Canhoto da Paraíba.
Do musical da Companhia Teatral Sound Clash, com seu estilo Pop, à restauração dos ritmos afro e a afirmação da cultura nordestina, as apresentações foram além da expectativa.
O blog acompanhou, passo a passo, a programação. Acompanhe você também na sequência de fotos abaixo:
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Filarmônica 26 de Julho: execução eficiente e repertório variado arrancam aplausos

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Xote Ecológico da Escola Gama & e Melo: a dança em defesa do meio ambiente

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Quinteto do EJA da Escola Alcides Carneiro homenageia Canhoto da Paraíba

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Dayane e Lucas coreografam "Pisando em Brasa" e incendiam o público

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Coco de Roda da Escola Bom Conselho: preservação da cultura afro quilombola

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Escola Iracema Marques: grupo resgata ritmos e danças nordestinas


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Companhia de Teatro Sound Clash: musical com linguagem pop 


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Maestro recebe homenagem das mãos de Marta Santos e Socorro Maria

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Mulheres em cena: Secretária Socorro Maria, professoras Bom Conselho e Nazide  
com Coco de Roda de alunas do 3º ano Médio da Escola Estadual Bom Conselho  


quarta-feira, 20 de março de 2013

Educadores discutem avaliação do ensino em Campina Grande e Sousa


Cerca de 180 educadores participam, até a próxima sexta-feira (22), da II Oficina de Apropriação e Utilização dos Resultados de 2012 do Sistema de Avaliação da Educação da Paraíba – Avaliando IDEPB. Até esta terça-feira (19), o encontro acontece no Campus da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no Bairro de Bodocongó, em Campina Grande. Já na quinta-feira (21) e sexta-feira (22) será realizado no Centro de Treinamento na cidade de Sousa, para os profissionais das regionais de Patos, Pombal e Sousa.
Do total de profissionais que estão participando do encontro, 160 professores são do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio das disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, e 20 técnicos e coordenadores pedagógicos da Secretaria de Estado da Educação (SEE) e das Gerências Regionais de Educação de Campina Grande, Sousa, Cajazeiras e Pombal. A primeira oficina foi realizada em dezembro de 2012, para coordenadores e técnicos pedagógicos das 14 Gerências Regionais de Educação.
O objetivo da II Oficina é capacitar os participantes nos temas concernentes à avaliação realizada na Paraíba e à interpretação e compreensão dos resultados do Avaliando IDEPB. A oficina será ofertada através de parceria entre a SEE e o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF).
O Sistema de Avaliação da Educação da Paraíba – Avaliando IDEPB observou, em 2012, 47.260 estudantes dos 223 municípios da rede estadual de ensino. O número corresponde a alunos de 648 escolas de um total de 1.092 turmas, sendo 379 referentes ao 5º ano do Ensino Fundamental, 381 do 9º ano do Ensino Fundamental e 332 do 3º ano do Ensino Médio.
Os resultados do Sistema de Avaliação da Educação da Paraíba – Avaliando IDEPB vai possibilitar aos gestores planejar a execução de políticas públicas, criar metas de qualidade e equidade educacionais e promover mecanismos de formação continuada. Os diretores das unidades escolares devem elaborar a avaliação institucional e o projeto pedagógico da escola, além de monitorar a qualidade do ensino ofertado.
Avaliando IDEPB – O Sistema de Avaliação da Educação da Paraíba e as Metas para a Educação Básica constituem uma política do Estado cuja diretriz é assegurar a melhoria da qualidade do ensino e aprendizagem da educação pública por meio do estabelecimento de metas e resultados, que farão parte das ações de modernização da gestão pública da Educação no Estado. O objetivo é melhorar os indicadores educacionais e sociais, sobretudo o Índice de Desenvolvimento da Educação da Paraíba (IDEPB).
Além disso, o sistema de avaliação vai permitir o diagnóstico no âmbito pedagógico de outras variáveis inerentes à gestão do processo ensino e aprendizagem, por meio de indicadores como gestão escolar, desempenho e perfil de professores, formação pedagógica dos profissionais, planejamento curricular e estrutura física e organizacional da escola.

terça-feira, 19 de março de 2013

ENEM 2012: ESTUDANTE ESCREVE RECEITA DE MIOJO NA REDAÇÃO E RECEBE NOTA 560


 O que culinária tem a ver com movimentos imigratórios para o Brasil no século XXI, tema da redação da última edição do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem)? À primeira vista, nada. No entanto, dois corretores da prova entenderam como “adequada” a abordagem temática por parte de um candidato que descreveu como preparar um Miojo no meio de seu texto. Enquanto estudantes tiraram nota 1000 cometendo erros como “trousse”, “enchergar” e “rasoavel”, como mostrou O GLOBO na segunda-feira, o candidato que agiu com deboche ficou com 560 pontos.

Nos dois primeiros parágrafos, o vestibulando chega a comentar a questão da imigração. Mas, no parágrafo seguinte, o candidato descreve o modo de preparo do macarrão instantâneo:

“Para não ficar muito cansativo, vou agora ensinar a fazer um belo miojo, ferva trezentos ml’s de água em uma panela, quando estiver fervendo, coloque o miojo, espere cozinhar por três minutos, retire o miojo do fogão, misture bem e sirva”.

Como se nada tivesse acontecido, o candidato retoma o tema da imigração no parágrafo seguinte e conclui que “uma boa solução para o problema o governo brasileiro já está fazendo, que é acolher os imigrantes e dar a eles uma boa oportunidade de melhorarem suas vidas”. Das 24 linhas da redação, quatro foram reservadas apenas para descrever o modo de preparo da massa.

Embora haja critérios para se tirar nota 0 na redação no Guia do Participante, como a fuga total do tema e impropérios ou atos propositais de anulação, o vestibulando em questão tirou 560 em 1000. Ele ainda usou o Facebook para postar sua prova com a correção da banca, concluindo ironicamente: “bela avaliação!”.

O candidato recebeu 120/200 (60%) na competência 2 da correção, em que são avaliadas a 

compreensão da proposta da redação e a aplicação de conhecimentos para o desenvolvimento do tema. Pela nota, o Ministério da Educação (MEC) entende que o estudante abordou o tema de forma “adequada”, embora “previsível” e com “argumentos superficiais”. Na competência 3, na qual é avaliada a coerência dos argumentos, o candidato recebeu 100/200 (50%).

Em nota, o MEC afirmou que “a presença de uma receita no texto do participante foi detectada pelos corretores e considerada inoportuna e inadequada, provocando forte penalização especialmente nas competências 3 e 4”. O órgão entende que o aluno não fugiu do tema nem teve a intenção de anular a redação, pois não feriu os direitos humanos e não usou palavras ofensivas.

Entretanto, os critérios de avaliação das redações do Enem estão longe de serem consensuais. O 

,GLOBO mostrou ontem que redações nota 1000 (máxima) da edição de 2012 continham erros graves de grafia e concordância. Para o coordenador de Língua Portuguesa e Redação do Colégio pH, Filipe Couto, os critérios de correção não são claros.

- O edital do Enem diz uma coisa e a banca faz outra. Para ele tirar 120 na competência 2, é como se não tivesse se desviado do tema e o abordasse adequadamente, mas não foi o que aconteceu - afirmou Couto.

Já para um dos coordenadores da banca de redação do Enem, que pediu para não ser identificado, não haveria como saber se o candidato colocou a receita para ganhar linhas, testar a correção ou debochar. No entanto, segundo ela, a orientação dada aos corretores é levar ao máximo em consideração a parte onde o aluno se atém ao tema, diminuindo a pontuação em outras competências se for o caso.

- Na parte em que ele escreveu sobre o tema, ele se saiu bem. A orientação é considerar o que for possível. Desse modo, ele conseguiu metade da nota - afirmou a corretora.

Mas o raciocínio não é tão claro para quem orienta candidatos do Enem nas salas de aula. De acordo com o professor de redação do curso Pensi e da Escola Modelar Cambaúba, Raphael Torres, o candidato cometeu erros graves ao usar a primeira pessoa do singular e verbos no imperativo. E concluiu:

- A partir do momento em que se escolhe falar de Miojo, o candidato quebra a estrutura dissertativa pedida no edital. Mas a banca não enxerga isso como impropério. Ela pega as próprias brechas que fez com o Guia do Participante para legitimar a nota que deu. Ele deveria tirar uma pontuação muito mais baixa do que 560 - argumentou.

 O GLOBO

Educação convoca escolas para Projeto Caminhos da Gestão Participativa

A Secretaria de Estado da Educação (SEE) convoca todas as escolas da rede estadual a participarem, a partir desta segunda-feira (18) até o dia 23 de maio, do Projeto Caminhos da Gestão Participativa. A convocação ocorreu por meio de edital publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), na sexta-feira (15). A ação, que vem sendo desenvolvida desde 2011, visa fortalecer as relações institucionais entre a Secretaria, Gerências Regionais de Educação e escolas, por meio da integração dos serviços e divulgação de programas, projetos e ações, com foco na eficiência das atividades pedagógicas, administrativas e financeiras.
O projeto será desenvolvido em forma de atendimentos, reuniões e visitas técnicas, com duração de, aproximadamente, dois dias em cada Regional, e será executado em três momentos: instalação dos trabalhos pela Secretaria de Estado da Educação no Município sede de cada Gerência Regional de Educação – GRE; reunião técnica com o grupo gestor das escolas, conselhos escolares; visitas às escolas e reunião na SEE para avaliação e consolidação das informações e encaminhamentos das demandas de cada encontro. 
Confira o calendário de realização:
PERÍODOGERÊNCIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO
18/03 a 01/041ª  GRE
10/0412ª GRE
11 e 12/0414ª GRE
17 e 18/044ª GRE
18 e 19/042ª GRE
25 e 26/043ª GRE
02/056ª GRE
03/057ª GRE
04/0511ª GRE
09 e 10/055ª GRE
15 e 16/059ª GRE
16 e 17/0510ª GRE
23 e 24/0513ª GRE
22 e 23/05

8ª GRE

  http://www.paraiba.pb.gov.br

domingo, 17 de março de 2013

Governo entrega Laboratórios de Robótica a 150 escolas estaduais



O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEE), está realizando a entrega de Laboratórios de Robótica a 150 escolas de Ensino Médio das 14 Gerências Regionais de Educação (GRE) do Estado. O investimento é de R$22,5 milhões oriundos do Tesouro Estadual. O objetivo da ação é estimular o estudo de conceitos multidisciplinares, abrangendo conteúdos como Física, Matemática e Geografia. “A ideia principal é propor ao aluno o projeto e construção de um experimento investigatório e exploratório”, explicou a gerente de Ensino Médio e Educação Profissional da SEE, Ana Célia Lisboa.

De acordo com o gerente de administração da SEE, Flávio Barros, a entrega já aconteceu nas cidades que compõem a região metropolitana de João Pessoa e continua em todo o Estado. “Estamos entregando o laboratório em 150 escolas composto por diversos kits de temas diferentes e os professores das escolas que trabalharão com esses kits passarão por um processo de formação que será promovido pela SEE para que as atividades se iniciem nas escolas. A entrega é realizada, desde o início da semana, e esperamos que esta ferramenta possa dinamizar ainda mais as atividades do ensino médio durante este ano letivo”, explicou Flávio Barros.
O Laboratório de Robótica possibilita aos professores trabalharem projetos lúdicos gerando situações de aprendizagem e possível desenvolvimento cognitivo, principalmente nas áreas de ciências exatas, da natureza e matemática. “Por meio de cada kit, os alunos montarão um robô e programarão seus movimentos, ou seja, sua interação com o mundo, por meio de sensores específicos que serão programados pelo computador”, destacou o gerente de informática da SEE, Dario Gomes.

O Laboratório é composto por vários kits, além de fonte de alimentação (bateria recarregável) e caixa de armazenamento de peças.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Professores da Escola EEE Básico Nossa Senhora do Bom Conselho recebem nota máxima em Projeto Pedagógico


            Os Professores Arimatéa Fidelis e Joaquinelmo Bernardino, do Ensino Médio, da Escola Estadual de Educação Básica Nossa Senhora do Bom Conselho receberam  nota máxima (10,0) no Projeto Pedagógico Escola Viva, Espaço de Saberes. “Alcoolismo: Vencendo um dia de cada vez". O projeto foi selecionado pela Secretária de Educação do Estado, para fazer parte do material que divulgará  os melhores projetos que concorreram ao prêmio "MESTRES DA EDUCAÇÃO - 2012", através da publicação de um livro contendo um resumo das experiências mais exitosas.
Para os professores supracitados, esse momento é de grande importância, pois se trata do reconhecimento e valorização da categoria (educadores). Neste momento impar, compartilhamos essa felicidade com toda a comunidade escolar.
E não poderíamos esquecer-nos de mencionar, que fazendo parte dessa conquista está a Professora Cássia Fidelis, (coordenadora pedagógica da escola), que orientou e acompanhou a vivência do referido projeto,
     Desde já, queremos dizer ao corpo discente (educandos) o quanto foi gratificante para nós (Gestores, professores, funcionários e alunos), esse reconhecimento profissional. Pois o intuito maior foi, é e sempre será, promover a interação entre os protagonistas dessa ação, em nome da APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA. 

Estudantes aprendem na horta a relacionar a teoria e a prática


Conhecimentos adquiridos na horta levaram os estudantes a melhorar a alimentação (Foto: Arquivo da Escola Guilherme Hildebrand)Santa Cruz do Sul – No município gaúcho de Santa Cruz do Sul, a cerca de 150 quilômetros de Porto Alegre, os estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental Guilherme Alfredo Oscar Hildebrand aprendem a participar de todas as atividades de uma horta. As ações incluem itens como a construção dos canteiros, técnicas e época de plantio, técnicas de conservação do solo e maneiras de preparar as hortaliças colhidas.

De acordo com o professor Eduardo Soares, responsável pelas atividades na horta, nesse local os alunos têm a oportunidade de entrar em contato com algo diferente, além de confrontar informações de diferentes áreas do conhecimento, obtidas na sala de aula. “Tivemos alunos que não sabiam os nomes das plantas e nunca tinham visto uma hortaliça numa horta. Só conheciam aquelas que viam nos supermercados”, revela.

Sempre que possível, o professor faz uma relação entre as atividades práticas e os conhecimentos dados em aula. Sua intenção é fazer com que os alunos aprendam, de maneira prática, sobre as diversas fases de desenvolvimento das plantas, como a germinação e a floração, o uso dos nutrientes necessários, a qualidade do solo e a reciclagem de material orgânico. “Todas essas questões abordadas em sala de aula podem ser revistas no ambiente da horta escolar”, destaca Eduardo, que é técnico agrícola com licenciatura em ciências biológicas.

Nas aulas de informática, os estudantes realizam pesquisas sobre uma determinada cultura. Buscam dados como épocas e técnicas de plantio, tratos culturais, fotos das plantas, variedades disponíveis e modos de preparo e, por fim, apresentam as informações obtidas aos demais colegas de turma.

O professor tem a preocupação de plantar todas as culturas da época, a fim de obter uma grande variedade de plantas. Também procura diversificar as atividades desenvolvidas pelos alunos. Assim, enquanto alguns alunos ficam encarregados de molhar as plantas, outros limpam os canteiros e assim por diante. “No momento do plantio, todos participam, pois é uma atividade que todos gostam de fazer”, salienta.

Juntamente com a horta, há uma composteira. Com isso, os alunos aprendem a transformar os materiais orgânicos provenientes da própria horta e da cozinha da escola em adubo orgânico para as plantas. “Também temos uma grande variedade de ervas medicinais, para que os alunos tenham uma aproximação com essas plantas e conheçam os benefícios que a natureza oferece para a saúde”, ressalta Eduardo.

O projeto da horta é complementado por uma oficina de conservas, onde os estudantes aprendem todo o processo para a fabricação desses produtos. ”É uma forma de agregar valor aos produtos colhidos e uma maneira de conservar os alimentos, repassadas aos alunos”, diz o professor.

Segundo Eduardo, uma grande parte dos alunos que possuem espaço disponível em casa começou a cultivar, pelo menos, um pequeno canteiro com suas hortaliças preferidas. Eles usam os conhecimentos adquiridos na horta da escola e trazem as dúvidas surgidas. “Houve melhoras no consumo de verduras por esses alunos”, avalia o professor. Ele atribui isso ao fato deles serem incentivados e acompanharem o desenvolvimento das plantas pelas quais são responsáveis.

O projeto da horta é oferecido a estudantes do terceiro ao oitavo ano do ensino fundamental, participantes do programa Mais Educação. As atividades ocorrem no turno contrário ao das aulas. Da produção obtida, parte é destinada à merenda escolar, parte é vendida a professores, funcionários e comunidade. O restante é doado aos alunos.

Fátima Schenin