segunda-feira, 6 de maio de 2013

Sequência Didática com o Professor Antonio Zeferino



































































































































































































































No período de 29 de abril à 03 de maio de 2013 o professor Antônio Zeferino da silva neto realizou experimentos de Física com as seguintes turmas do ensino médio: 1º G, 2º C,  2ºD, 2ºE e 3º A, 3ºB, 3ºC.
Os experimentos tiveram como objetivo, associar teoria à prática, proporcionando a efetivação do saber e do conhecimento, partindo do saber empírico para o saber racional. Sabemos que a Física é uma ciência que analisa e interpreta os fenômenos da natureza, dessa forma a mesma possibilita aos discentes uma percepção científica através de um simples fenômeno.

Antonio Zeferino

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Governo do Estado abre inscrições com 6 mil vagas para PBVest 2013

O Diário Oficial do Estado (DOE) publicou nesta sexta-feira (3) o edital de inscrições do Processo Seletivo para o Projeto Pré-Vestibular do Estado da Paraíba (PBVest), que será oferecido em 32 cidades polos do Estado. As inscrições poderão ser realizadas a partir desta sexta-feira (3) até o dia 10 de maio pelo site www.pbvest.pb.gov.br.
Este ano estão sendo oferecidas seis mil vagas para alunos que estão cursando a 3ª série do Ensino Médio em escola pública ou que tenha concluído na rede estadual. O curso objetiva reforçar e ampliar o conhecimento dos alunos que pretendem concorrer às vagas dos cursos de graduação por meio de processos seletivos, principalmente o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Inscrições – Os alunos deverão informar no ato da inscrição o município onde pretende fazer o curso e, posteriormente, se dirigir aos polos munidos de RG, CPF e duas fotos 3×4 para preencher a ficha de matrícula presencial. As aulas ocorrerão aos sábados no período de 11 de maio a 31 de outubro em horário integral. O aluno só perderá o direito a participar do curso se obtiver menos de 75% de presença às aulas durante o mês e por indisciplina em sala de aula.
De acordo com o coordenador do PBVest, professor Américo Falcone, as inscrições já foram encerradas nos municípios de Alagoa Nova, Catolé do Rocha, Campina Grande, João Pessoa, Patos, Pombal, Santa Rita, São Bento e Soledade. “O projeto é tão exitoso que no primeiro dia de inscrição, devido à alta procura, as vagas se esgotaram em muitos municípios. No entanto, os alunos destas localidades poderão preencher o cadastro de reserva nas coordenações, caso haja desistência no início das aulas”, destacou o professor.
As aulas serão transmitidas online com a presença de monitores nas salas de aula para esclarecer eventuais dúvidas dos alunos sobre os conteúdos apresentados. Eles ainda receberão todo o material didático impresso durante o curso.
Municípios atendidos – O curso será oferecido nos municípios de Alagoa Nova, Alagoa Grande, Araruna, Alhandra, Cabedelo, Cajazeiras, Campina Grande, Catolé do Rocha, Cruz do Espírito Santo, Cuité, Guarabira, Itabaiana, Itaporanga, João Pessoa, Jurú, Mamanguape, Rio Tinto, Monteiro, Patos, Pedras de Fogo, Piancó, Picuí, Pombal, Princesa Isabel, Santa Rita, São Bento, Sapé, Serra Branca, Soledade, Sousa, Sumé e Taperoá.
Cidades e respectivos locais das aulas:
Cidade
Escola
Vagas
Alagoa GrandePadre Hildon
150
Alagoa NovaProf. Cardoso
150
ArarunaBenjamin Maranhão
200
AlhandraRenato Ribeiro Coutinho
200
CabedeloPedro Anibal Moura
150
Abreu e Lima
50
CajazeirasMons. Constantino
200
Campina GrandeHortêncio Ribeiro
200
Catolé do RochaEscola Agrotécnica
200
Cruz do E. SantoFernando Milanez
150
CuitéHorlando Venâncio
150
GuarabiraAntenor Navarro
150
ItabaianaAntonio Batista
150
ItaporangaAdalgisa Teódulo
150

João Pessoa
José Lins
150
CPDAC
200
Lyceu
200
Paulo VI
200
Horácio de Almeida
150
Débora  Duarte
200
JurúAmérica Florentino
100
MamanguapeRui Carneiro
150
Rio TintoSem. Luiz Gonzaga Burity
100
MonteiroSanta Filomena
150
PatosDr.  Dionísio
200
Pedras de FogoGetúlio César
100
PiancóSanto Antônio
150
PicuíProf. Lordão
150
PombalArruda Câmara
250
Princesa IsabelNª S do Bom Conselho
100
Santa RitaJoão Úrsulo
150
São BentoJosé Felinto de Moura
150
SapéEstela de Freitas
150
Serra BrancaSenador José Gaudêncio
100
SoledadeTrajano Nóbrega
150
SousaCentro de Ensino
200
SuméJosé G. de Queiroz
150
TaperoáFélix Daltro
150

 www.paraiba.pb.gov.b

Professores aprendem a abordar temática em cursos de formação


 Cursos de formação continuada oferecidos pela rede pública de estados e municípios ajudam os professores a elaborar projetos criativos, com aulas mais atraentes para os alunos da educação básica (foto: arquivo da UEB Rubem Teixeira Goulart) Há dez anos, a legislação brasileira determina como obrigatória
a inserção das relações etnorraciais nos currículos da educação brasileira. Cursos de formação continuada oferecidos pelas redes de educação de estados e municípios ajudam os professores da educação básica a elaborar projetos criativos sobre o tema.
“O preconceito morre com o conhecimento, que gera frutos belíssimos em sala de aula, a começar com o nascimento da tolerância”, ensina a professora Fátima de Castro, que leciona artes na Unidade de Educação Básica Rubem Teixeira Goulart, em São Luís, Maranhão. Há três anos, ela inclui estudantes do sétimo ao nono ano do ensino fundamental no projeto pedagógico Cultura Afro-brasileira na Sala de Aula. São ações multidisciplinares que envolvem, principalmente, pesquisas.

A inserção do ensino de história e da cultura afro-brasileira e africana na grade curricular da escola começou em 2005, com a formação continuada para professores e gestores. A diretora, Ana Célia Peixoto Lopes, fez o curso e passou a orientar os professores quanto à importância de destacar as questões etnorraciais em sala de aula.

“Tínhamos dificuldades na gestão de sala de aula por problemas de preconceito entre os alunos”, afirma. “Isso acabou quando os próprios alunos foram estimulados a buscar informações. Hoje, não precisamos mais impor respeito entre eles.”

Visita — A transformação na escola começou com a visita a uma comunidade quilombola no povoado de Filipa, na zona rural de Itapecuru-Mirim, a cerca de duas horas da capital maranhense. Formada há mais de cem anos, a comunidade tem ruas de terra batida, casas de taipa com telhado de palha e mantém a tradição do tambor de crioula, dança de origem africana em louvor a São Benedito. Os descendentes dos escravos sobrevivem da pesca e da produção artesanal de farinha de mandioca.

O Centro de Cultura Negra do Maranhão calcula em 527 as comunidades quilombolas no estado. “Os alunos foram até o quilombo da Filipa, e os moradores de lá visitaram a escola para ensinar a técnica de fazer sabonetes de babaçu”, conta a diretora. A oficina e as histórias de luta da comunidade quilombola sensibilizaram os alunos. “Essa aproximação trouxe conhecimento e gerou respeito, pondo fim ao preconceito.”

Legislação — O curso de formação para a rede pública municipal em São Luís foi ministrado à época por Ilma Fátima de Jesus, hoje coordenadora-geral de educação para as relações étnico-raciais do Ministério da Educação. Segundo ela, os cursos de formação continuada são importantes e devem ser cumpridos pelas redes de ensino, em conformidade com a legislação brasileira. A Lei nº 10.639, de 9 de janeiro 2003, e a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educacional Nacional) tornam obrigatória a inclusão no currículo da educação básica da temática da história e da cultura afro-brasileira.

“À época em que muitos professores da educação básica se formaram não havia orientação para a inserção de conteúdo afro-brasileiro nas diretrizes curriculares. Atualmente, as universidades devem incluir essas questões nos cursos de formação de professores”, explica a professora. Segundo Ilma, os cursos de formação continuada ajudam a discutir agendas para melhorar a educação.

No curso, são traçadas estratégias para tornar as aulas mais interessantes para os alunos. “É preciso leva informação para a sala de aula, e há muito desconhecimento da contribuição africana na formação da nossa identidade, da exclusão dos negros, da contribuição de vários escritos negros para a literatura”, exemplifica Ilma. Em 2010, ela publicou o livro Educação das Relações Étnico-Raciais, que reúne sugestões de abordagens dessa temática para os anos iniciais e finais do ensino fundamental. A publicação contém textos, imagens, atividades, glossário e sugestões de livros, filmes, músicas e sites para os professores.

Origens — Em 2011, a professora Fátima, apaixonada pela temática, foi convidada a fazer palestra em Brasília sobre projeto cultural afro-brasileiro na 1ª Conferência Nacional do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) do Ministério da Educação. “Não sou descendente de africanos, mas tenho identificação com as cores, os adereços, com a cultura afro”, diz Fátima, que já visitou o Museu AfroBrasil, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. “Quero levar mais conhecimentos sobre nossas origens africanas para a sala de aula”, diz. “Todos nós herdamos muito. Todos têm pilão, peneira em casa. Isso é cultura incorporada.”

O Museu AfroBrasil, fundado em 2004, é visitado por professores de escolas públicas de todo o país. A cada ano, em outubro, é oferecido curso gratuito para docentes. “É um museu de história da afro-brasilidade. Ele resgata todo esse conhecimento que ficou na atmosfera brasileira, nas artes, na memória e na história”, diz o diretor, Emanoel Araújo.

Segundo Araújo, o museu ajuda os professores a descobrir momentos da história do Brasil que não estão em livros e que foram importantes para a formação da identidade nacional. Ele cita, por exemplo, a participação dos negros na Guerra do Paraguai [1864-1870], na expulsão dos holandeses [século 17], e na Revolução Constitucionalista de 1932, em São Paulo.

“Ainda há muita desinformação, e muitos professores saem daqui impressionados porque descobrem que há muito o que estudar”, afirma a pedagoga e antropóloga Ana Lúcia Lopes, coordenadora curatorial da instituição. “O museu oferece essa visão ao mudar a chave de leitura da história do Brasil.”

“O desconhecimento dessa riqueza histórica é o que consolida o preconceito e a discriminação”, conclui a professora Fátima.

Rovênia Amorim-MEC

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Projeto Caminhos da Gestão Participativa visita Patos, Itaporanga e Princesa Isabel

 O projeto Caminhos da Gestão Participativa, desenvolvido pela Secretaria de Estado da Educação (SEE), continua nesta quinta-feira (2) visitando a 6ª Gerência Regional de Educação (GRE) com sede em Patos, formada por 22 municípios onde funcionam 43 escolas estaduais. Pela manhã, a equipe do projeto visitou as escolas e à tarde se reuniu com os gestores escolares. O projeto teve início no dia 18 de março e pretende percorrer todas as 14 GREs do Estado.
“O objetivo do projeto é ampliar o conhecimento do território, a escuta e o diálogo com a população que tem relação com a escola, desde os gestores escolares, os servidores, professores, técnicos e alunos, fazendo uma troca de conhecimento e resolvendo eventuais entraves, ou seja, identificando as dificuldades e desafios, dinamizando os processos e levando soluções”, explicou a secretária de Estado da Educação, Márcia Lucena.
Fazem parte da 6ª GRE as cidades de Patos, Areia de Baraúna, Cacimba de Areia, Cacimbas, Catingueira, Desterro, Emas, Junco do Seridó, Mãe D´Água, Malta, Maturéia, Passagem, Quixabá, Salgadinho, Santa Luzia, Santa Terezinha, São José de Espinharas, São José do Bonfim, São José do Sabugi, São Mamede, Teixeira e Várzea.
A próxima GRE a ser visitada depois de Patos é a 7ª, com sede na cidade Itaporanga, nesta sexta-feira (3). No sábado (4), o projeto continua na 11ª GRE, com sede em Princesa Isabel e na próxima semana visita a 5ª GRE, com sede em Monteiro, nos dias 9 e 10 deste mês.
O projeto Caminhos da Gestão Participativa vem sendo desenvolvido desde 2011 e visa fortalecer as relações institucionais entre a SEE, as GREs e as escolas, por meio da integração dos serviços e divulgação de programas, projetos e ações, com foco na eficiência das atividades pedagógicas, administrativas e financeiras.
O projeto está sendo desenvolvido em forma de atendimentos, reuniões e visitas técnicas, com duração de, aproximadamente, dois dias em cada Regional, e será executado em três momentos: instalação dos trabalhos pela SEE no município sede de cada GRE; realização de reunião técnica com o grupo gestor das escolas e conselhos escolares; visitas às escolas e reunião na SEE para avaliação e consolidação das informações e encaminhamentos das demandas de cada encontro. 
Confira o calendário de realização do projeto:
PERÍODOGERÊNCIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO
02/056ª GRE
03/057ª GRE
04/0511ª GRE
09 e 10/055ª GRE
15 e 16/059ª GRE
16 e 17/0510ª GRE
23 e 24/0513ª GRE
22 e 23/058ª GRE

RESULTADO DA ELEIÇÃO PARA DIREÇÃO 2013-ESCOLA BOM CONSELHO













































































































Aconteceu no dia 30 de Abril do corrente ano, a eleição para escolha da nova Direção da Escola Estadual de Educação Básica NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO, para o biênio (2013/2014).
A referida eleição transcorreu das 8h00 as 21h30min, abrangendo os três turnos (manhã, tarde e noite) nos quais votaram professores, funcionários, alunos e pais, totalizando 885 votantes.
Após a apuração, assim foram divulgados os resultados:

Seção 01
Professores, especialistas e funcionários
Seção 02
Alunos, Pais e Responsáveis
Resultados

Votos
Percentual
Votos
Percentual
Total
Chapa  - GUD
48
90,6
763
91,7
91,15
Votos em Branco
04
7,6
66
7,9
7,75

Votos nulos

01

1,8

03

0,4

1,10

Total

53

100%

832

100%

100

CHAPA ÚNICA – GUD (Gestão Unida e Democrática)
Diretora: Maria Salomé Gomes Caetano
Diretora Adjunta: Gilcinéa Maria Nunes Costa Mandú
Diretor adjunto: Sebastião Rogal Costa da Silva

Parabéns e muito sucesso a nova equipe!

Palestra com sobrevivente da segunda Guerra Mundial 1939 a 1945

        Hoje, coincidentemente, dia do ex- Combatente, tivemos a palestra com o Senhor Geraldo Paes Leme Amaral, na turma da 1°  "(A)", dentro do projeto "Estórias que o povo conta." " Era uma vez", da Professora Angelita Torquato Fernandes. O s alunos viram, com este depoimento, quão triste é pertencer a uma guerra.
         Temos Histórias e Estórias. Com esta palestra vimos História, pois o Senhor Geraldo participou ativamente da segunda guerra mundial entre os anos de 1939 até 1945.



































































A Evolução dos Meios de Comunicação, com a Professora Mônica































































Trabalho apresentado pelo 8º ano “A” nas aulas de Língua Portuguesa da Profª Mônica Maria Lopes dos Santos.

Por entender a importância da evolução da comunicação, seja para comodidade trazida para a vida das pessoas , seja para nos antenar e ficarmos em consonância com este avanço, que não aceita deixar ninguém de fora, até pelo fato de que se alguém não se enquadrar ao que pede, esta evolução atual, vai ficar totalmente à margem e excluído.    

Então, é mister que se traga a temática para a escola e se coloque os alunos para pesquisarem, emitirem os seus pontos de vista e se tornarem protagonistas do seu próprio conhecimento, enquanto estudantes que são.

Relata: Professora Mônica