Todos os Professores da Escola Estadual de
Educação Básica Nossa Senhora do Bom Conselho terão,acesso ilimitado a
computador, impressora e internet, além de um televisor conectado a estes
equipamentos. É o que garante a Direção da Escola.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
“Nossa expectativa é muito grande para o ano de 2013”, diz Zé Caetano.
Blog Sabrina
Destino e origem dos recursos do novo PNE
No final de 2012 o Governo Federal cedeu à pressão da sociedade civil e,
corretamente, assumiu a necessidade de investimento equivalente a 10%
do PIB em políticas educacionais como meta do novo PNE (Plano Nacional
de Educação). O debate, que acontece agora no Senado, recai sobre um
novo dissenso: o destino dos investimentos. O dinheiro deve ir,
exclusivamente, para as escolas públicas ou será permitida a
transferência de recursos públicos para o setor privado da educação?
Considerando-se que o Poder Público brasileiro oferta (em redes próprias) mais de 40 milhões de matrículas da Educação Básica (quase 90% do total) e gere, com larga vantagem, as melhores instituições de ensino superior, é lógica a defesa da destinação exclusivamente pública do recurso público.
Ademais, para a imprescindível reestruturação do magistério, é preciso aumentar substantivamente o orçamento das políticas públicas educacionais. Ou seja, transferir recursos púbicos para o setor privado diminui as chances de uma real valorização do professorado, responsável por educar diariamente mais de 40 milhões de brasileiros e brasileiras.
Uma referência bastante prática desse fato pode ser extraída dos estudos sobre o custo do PNE realizados pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação e pelo Prof. Nelson Cardoso Amaral (UFG). Ambas as análises demonstram a necessidade de investimento equivalente a 10% do PIB exclusivamente para a educação pública. Utilizando os parâmetros dos estudos, é possível calcular que o salário inicial do magistério alcançará, apenas no final da década, um valor próximo daquele estimado pelo piso do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
O Piso do Dieese determina o quanto um trabalhador deve receber para ter todas suas necessidades de consumo devidamente atendidas, com um padrão mínimo de qualidade de vida. Em janeiro de 2013, esta espécie de salário mínimo justo ou adequado, equivaleu a R$ 2.675. Já o piso do magistério para esse ano será de R$ 1.567. Dito de outra forma, empreender um valor equivalente a 10% do PIB em educação pública é urgente, mas representará apenas um primeiro passo (ainda que imprescindível!) rumo à valorização profissional dos educadores.
Afora tudo isso, como bem defendeu o então deputado Florestan Fernandes nos debates constituintes, investir dinheiro público em escola pública é também uma questão de justiça social. Não apenas porque a esmagadora maioria da população brasileira estuda em estabelecimentos públicos, mas também porque é essa esmagadora maioria que mais contribui, proporcionalmente, com o bolo tributário.
Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em 2008, as famílias que acumularam renda mensal de até 2 salários mínimos, pagaram 53,9% de sua receita em tributos. Já aquelas que somaram mais de 30 salários mínimos, pagaram apenas 29% de sua renda mensal em tributos. É uma realidade vergonhosa.
Essa gritante desigualdade de incidência e esforço tributário deve obrigar a sociedade brasileira a pensar na outra grande questão de 2013: quais serão as fontes de recursos para viabilização do PNE?
Muitos estudos começam a mostrar que os recursos advindos dos bônus, royalties e participações especiais do petróleo não serão capazes de viabilizar um montante equivalente a 4,7% do PIB, total necessário para alcançarmos, em uma década, a meta de 10% para a educação pública constante do novo PNE. Afinal de contas, segundo o MEC (Ministério da Educação), o Estado brasileiro já dispende um volume equivalente a 5,3% do PIB em educação pública.
Como a educação não pode, nem deve, desperdiçar recursos; além do dinheiro do petróleo, se faz necessário o país buscar outra fonte de financiamento para as políticas públicas educacionais.
Diante da desigualdade na contribuição tributária, seria mais do que justo regulamentar o imposto sobre grandes fortunas, destinando 18% de seu montante para a educação pública. Outra alternativa, desde que acompanhada de forte controle social, seria a criação de uma contribuição social sobre grandes fortunas, investindo toda sua receita em educação pública e no SUS (Sistema Único de Saúde).
Dizem, com razão, que é quase impossível tributar mais e melhor os (muito) mais ricos. Mas também não há dúvida de que se trata de um caminho promissor, justo e eficaz para viabilizar o financiamento adequado da educação pública. Vale a pena tentar.
Considerando-se que o Poder Público brasileiro oferta (em redes próprias) mais de 40 milhões de matrículas da Educação Básica (quase 90% do total) e gere, com larga vantagem, as melhores instituições de ensino superior, é lógica a defesa da destinação exclusivamente pública do recurso público.
Ademais, para a imprescindível reestruturação do magistério, é preciso aumentar substantivamente o orçamento das políticas públicas educacionais. Ou seja, transferir recursos púbicos para o setor privado diminui as chances de uma real valorização do professorado, responsável por educar diariamente mais de 40 milhões de brasileiros e brasileiras.
Uma referência bastante prática desse fato pode ser extraída dos estudos sobre o custo do PNE realizados pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação e pelo Prof. Nelson Cardoso Amaral (UFG). Ambas as análises demonstram a necessidade de investimento equivalente a 10% do PIB exclusivamente para a educação pública. Utilizando os parâmetros dos estudos, é possível calcular que o salário inicial do magistério alcançará, apenas no final da década, um valor próximo daquele estimado pelo piso do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
O Piso do Dieese determina o quanto um trabalhador deve receber para ter todas suas necessidades de consumo devidamente atendidas, com um padrão mínimo de qualidade de vida. Em janeiro de 2013, esta espécie de salário mínimo justo ou adequado, equivaleu a R$ 2.675. Já o piso do magistério para esse ano será de R$ 1.567. Dito de outra forma, empreender um valor equivalente a 10% do PIB em educação pública é urgente, mas representará apenas um primeiro passo (ainda que imprescindível!) rumo à valorização profissional dos educadores.
Afora tudo isso, como bem defendeu o então deputado Florestan Fernandes nos debates constituintes, investir dinheiro público em escola pública é também uma questão de justiça social. Não apenas porque a esmagadora maioria da população brasileira estuda em estabelecimentos públicos, mas também porque é essa esmagadora maioria que mais contribui, proporcionalmente, com o bolo tributário.
Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em 2008, as famílias que acumularam renda mensal de até 2 salários mínimos, pagaram 53,9% de sua receita em tributos. Já aquelas que somaram mais de 30 salários mínimos, pagaram apenas 29% de sua renda mensal em tributos. É uma realidade vergonhosa.
Essa gritante desigualdade de incidência e esforço tributário deve obrigar a sociedade brasileira a pensar na outra grande questão de 2013: quais serão as fontes de recursos para viabilização do PNE?
Muitos estudos começam a mostrar que os recursos advindos dos bônus, royalties e participações especiais do petróleo não serão capazes de viabilizar um montante equivalente a 4,7% do PIB, total necessário para alcançarmos, em uma década, a meta de 10% para a educação pública constante do novo PNE. Afinal de contas, segundo o MEC (Ministério da Educação), o Estado brasileiro já dispende um volume equivalente a 5,3% do PIB em educação pública.
Como a educação não pode, nem deve, desperdiçar recursos; além do dinheiro do petróleo, se faz necessário o país buscar outra fonte de financiamento para as políticas públicas educacionais.
Diante da desigualdade na contribuição tributária, seria mais do que justo regulamentar o imposto sobre grandes fortunas, destinando 18% de seu montante para a educação pública. Outra alternativa, desde que acompanhada de forte controle social, seria a criação de uma contribuição social sobre grandes fortunas, investindo toda sua receita em educação pública e no SUS (Sistema Único de Saúde).
Dizem, com razão, que é quase impossível tributar mais e melhor os (muito) mais ricos. Mas também não há dúvida de que se trata de um caminho promissor, justo e eficaz para viabilizar o financiamento adequado da educação pública. Vale a pena tentar.
UOL-Blog - Daniel Cara
Comissão do Congresso aprova a medida provisória do pacto
A comissão mista do Congresso Nacional que analisa o Pacto Nacional pela
Alfabetização na Idade Certa aprovou a Medida Provisória nº 586, de 8
de novembro de 2012, que prevê a adoção de medidas destinadas a promover
a alfabetização das crianças brasileiras até os oito anos de idade ao
final do terceiro ano do ensino fundamental. A MP trata do apoio técnico
e financeiro da União a estados e municípios.
Entre as medidas estabelecidas pela MP está a oferta de cursos de
capacitação para professores, de bolsas para professores alfabetizadores
e de prêmios para escolas e docentes. O dispositivo legal prevê a
aplicação de um exame nacional ao fim da terceira série do ensino
fundamental para avaliar o desempenho dos alunos.
Com investimento de cerca de R$ 3 bilhões, o pacto é uma articulação
inédita com todos os secretários estaduais de educação e mais 5,3 mil
municípios. Sua abrangência envolve aproximadamente 8 milhões de
estudantes nos três primeiros anos do ensino fundamental, distribuídos
em 400 mil turmas de 108 mil escolas da rede pública do país.
O eixo principal do pacto é a oferta de cursos de formação continuada
a 360 mil professores alfabetizadores, com tutoria permanente e auxílio
de 18 mil orientadores de estudos, capacitados em 36 universidades
públicas. O Ministério da Educação distribuirá mais de 60 milhões de
livros didáticos, além de jogos pedagógicos.
O esforço coordenado tem a finalidade de reverter o atual cenário do
país, em que a média nacional de crianças não alfabetizadas até os oito
anos chega a 15,2%, de acordo com dados do Censo de 2010 do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O texto da Medida Provisória nº 586/2012
segue agora para apreciação pelos plenários da Câmara dos Deputados e
do Senado Federal. As regras do pacto foram estabelecidas pela Portaria nº 867, de 4 de julho de 2012, publicada no Diário Oficial da União de 5 de julho de 2012, seção 1, páginas 22 e 23.
Assessoria de Comunicação Social, com informações da Agência Câmara
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Diretor do Do Bom Conselho participa da reunião PNAE / PAA 2013
Professor Urbano José e sua Aula por Musíca
Californication
Psychic spies from China
Try to steal your mind's elation
Little girls from Sweden
Dream of silver screen quotations
And if you want these kind of dreams
It's Californication
Try to steal your mind's elation
Little girls from Sweden
Dream of silver screen quotations
And if you want these kind of dreams
It's Californication
It's the edge of the world
And all of western civilization
The sun may rise in the East
At least it settles in the final location
It's understood that Hollywood
sells Californication
And all of western civilization
The sun may rise in the East
At least it settles in the final location
It's understood that Hollywood
sells Californication
Pay your surgeon very well
To break the spell of aging
Celebrity skin is this your chin
Or is that war your waging
To break the spell of aging
Celebrity skin is this your chin
Or is that war your waging
First born unicorn
Hard core soft porn
Dream of Californication
Dream of Californication
Hard core soft porn
Dream of Californication
Dream of Californication
Marry me girl be my fairy to the world
Be my very own constellation
A teenage bride with a baby inside
Getting high on information
And buy me a star on the boulevard
It's Californication
Be my very own constellation
A teenage bride with a baby inside
Getting high on information
And buy me a star on the boulevard
It's Californication
Space may be the final frontier
But it's made in a Hollywood basement
Cobain can you hear the spheres
Singing songs off station to station
And Alderaan's not far away
It's Californication
But it's made in a Hollywood basement
Cobain can you hear the spheres
Singing songs off station to station
And Alderaan's not far away
It's Californication
Born and raised by those who praise
Control of population, everybody's been there and
I don't mean on vacation
Control of population, everybody's been there and
I don't mean on vacation
First born unicorn
Hard core soft porn
Dream of Californication
Dream of Californication
Dream of Californication
Dream of Californication
Hard core soft porn
Dream of Californication
Dream of Californication
Dream of Californication
Dream of Californication
Destruction leads to a very rough road
But it also breeds creation
And earthquakes are to a girl's guitar
They're just another good vibration
And tidal waves couldn't save the world
From Californication
But it also breeds creation
And earthquakes are to a girl's guitar
They're just another good vibration
And tidal waves couldn't save the world
From Californication
Pay your surgeon very well
To break the spell of aging
Sicker than the rest
There is no test
But this is what you're craving
To break the spell of aging
Sicker than the rest
There is no test
But this is what you're craving
First born unicorn
Hard core soft porn
Dream of Californication
Dream of Californication
Dream of Californication
Dream of Californication
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Dream of Californication
Dream of Californication
Dream of Californication
Dream of Californication
Escola Estadual Nossa Senhora do Bom Conselho de Princesa Isabel abre semana pedagógica
Iniciou segunda-feira (04) as atividades da Semana Pedagógica na Escola Estadual Nossa Senhora do Bom Conselho em Princesa Isabel. A programação será estendida até esta quinta-feira, 07, com uma série de atividades voltadas aos educadores e profissionais da educação ligados à escola. Hoje também é o Dia da Acolhida aos alunos veteranos e novatos. A Escola Nossa Senhora do Bom Conselho é a maior da cidade e a cada começo de ano letivo prepara uma série de atividades voltadas ao acolhimento do aluno e desenvolvimento de atividades pedagógicas que serão aplicadas ao longo do ano. Este ano a escola já matriculou pouco mais de 850 alunos e segundo informações do Diretor Zé Caetano até o início das aulas, a escola continuará recebendo novos alunos .
“A participação dos educadores na realização da semana pedagógica foi importante para o aperfeiçoamento de um ensino eficiente em sala de aula e na busca de uma maior integração entre os profissionais da educação.” Disse o Diretor Adjunto Rogal, ao ser questionado sobre o encontro. Rogal disse que o corpo docente, o corpo diretor, funcionários e conselho escolar estão unidos no intuito de melhorar a gestão educacional da escola Bom Conselho. A mediadora da capacitação, professora Cássia aplicou dinâmicas que incentivassem compromisso e responsabilidade educacional. Para Cássia, nesse período de início de ano letivo, a capacitação vem cuidar da formação do docente e ajuda na troca de informações e experiências que cada um tem. “Existem várias maneiras de criar e disseminar as melhores estratégias de ensino, uma delas é a troca de experiência.” Destacou Cássia.
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