sábado, 23 de fevereiro de 2013

Governo começa distribuição dos tablets nas escolas a partir de março


Os tablets para os professores e alunos da rede estadual que serão distribuídos pelo Governo da do Estado começaram a ser entregues na Secretaria de Estado da Educação (SEE). Após o tombamento, será feita a entrega nas escolas, a partir de março. O investimento total é de R$ 19.259.471,07 na compra dos equipamentos.
Serão distribuídos 26.400 tablets para alunos da 1ª série do Ensino Médio, nos quais foram aplicados recursos no valor de R$ 12.209.736,00, oriundos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Os professores do Ensino Médio também receberão 15.243 tablets, sendo 5.243 adquiridos com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), representando um investimento de R$ 2.424.835,07; e 10 mil com recursos próprios do Tesouro Estadual, na ordem de R$ 4.624.900,00.
Os tablets possuem 10.1 polegadas, 16 gigas de armazenamento, acesso à rede sem fio e sistema operacional Android 4.0. De acordo com a secretária de Estado da Educação, Márcia Lucena, o objetivo deste investimento é estimular a linguagem eletrônica, própria dessa geração e aproximá-la do processo de ensino e aprendizagem utilizando este tipo de equipamento.
“Os tablets dos alunos poderão ser levados para casa, pois da mesma forma que não vamos restringir conteúdo, não vamos restringir o tempo e local onde o aluno vai estudar, tendo uma experiência completa com o equipamento, aproveitando o máximo do potencial”, observou a secretária.
Márcia Lucena explicou também que, por se tratar de um patrimônio público, tanto os professores quanto os alunos que se desligarem da escola terão que devolver o equipamento à escola. Os tablets serão utilizados como conteúdo complementar e não substituirão os livros didáticos.
Ela disse ainda que não haverá nenhum filtro de conteúdo e uma equipe de suporte técnico em cada escola ou um núcleo de suporte em todo o Estado fará a manutenção dos aparelhos, com assistência técnica da empresa onde foi feita a aquisição.
.paraiba.pb.gov.br

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

EDUCAÇÃO: O DESAFIO DE FAZER DIFERENTE FRENTE ÀS DIFERENÇAS

    












  Nunca se pensou tanto em fazer uma educação diferente, o quanto o faz agora.
    Percebemos uma preocupação coletivas dos diferentes segmentos que constituem a atual sociedade (formalmente organizada),através das iniciativas diversas que ora permeiam o processo educacional.
       Hoje é possível identificar os investimentos feitos na educação,tanto para o docente, como para o discente, seja em infraestrutura ou na formação profissional, embora,lamentavelmente, os resultados obtidos não condigam com o montante investido,pois empregar bem os recursos,gerenciado-os em prol de uma educação de qualidade, ainda é tarefa de poucos. Com tudo,contamos com pessoas competentes,comprometidas com o fazer pedagógico independente da renumeração.
       São estas pessoas que estão na labuta, fazendo diferente frente às diferenças. Pois enquanto muitos alegam as questões políticas como entrave para o sucesso educacional, esses profissionais da docência,estão fazendo do seu trabalho, um sacerdócio, elevando-se aos patamares dos verdadeiros vitoriosos que conseguem conviver no mundo sem se deixar abater pelo pessimismo infrutíferos dos negativistas de plantão.Esses autênticos obreiros da educação fazem das próprias limitações,o combustível necessário às transformações que o processo educacional atual exige.
Por isso, sempre é tempo de rever o que foi ensinado, pensar no que foi aprendido, fazer nova escolhas e colher novos frutos;dando a si mesmo,novas oportunidades de crescimento rumo ao o sucesso para alcançar a felicidade.
Isto e muito mais é o que caracteriza e diferencia os educadores, para que possamos distinguir quem diz que faz daqueles que realmente, em silêncio, faz a diferença para si e para os outros.

Professora Cássia Fidelis de Andrade



A educação uma visão geral















Desde a antiguidade que o educar era um privilegio pra poucos.Voltada mais para os poderosos do reino. Aos menos favorecidos, eram destinados as mais árduas tarefas, especialmente, a braçal.
     No nosso país, já mais a classe politica teve interesse em estruturar uma educação de qualidade, em todos os níveis.Pergunta-se, mas por que?
     A resposta está inserida nos antigos currais eleitorais que se mantém na atualidade.Lógico que no presente, não há figura dos antigos coronéis. Mas, sim, os cabos eleitorais que os mantêm no poder político por meios de ações não condizentes com o que está escrito nas leis criadas por esta classe do poder legislativo e desrespeitada por eles próprios, e que pune os de menos poder financeiro.
      Jamais se terá a prática de uma educação igualitária e de qualidade primeira para toda sociedade estudantil desta nação. A começar por ela( EDUCAÇÃO) ser tratada por políticos como meio eleitoreiro, por outra vertente, falta o respeito e a valorização para com os profissionais desta área-vide o salario de um Professor, com licenciatura plena, e conforme com o salario de servidores com ensino médio, de alguns poderes  e verão a explicação do porque de já não mais esta profissão, ter o valor que tinha em décadas passadas.Que seja a nível Federal, Estadual ou municipal.
      Enquanto não descartar-se a ação de políticos da lei dos Gerson, a educação neste país jamais dará bons frutos. A nível de estados é lamentável as ações pequenas por partes dos Governos Estaduais, nunca reconhecendo os devidos valores dos profissionais que fazem este seguimento tão importante para construir uma sociedade verdadeiramente democrática e livre para que seus habitantes tenham a sabedoria de vivencia igualitária.


Professor Carlos Aldi Silva

Biblioteca da Escola




















































A biblioteca possui um ambiente diferenciado e acessível, com um acervo de 10 mil livros, além de computador.


Correios recebe inscrições para 42º Concurso Internacional de Cartas

Escolas públicas e privadas ainda podem inscrever seus estudantes no 42º Concurso Internacional de Redação de Cartas para Jovens, promovido anualmente pela União Postal Universal (UPU) e realizado no Brasil pelos Correios. O tema escolhido para esse ano foi: “Escreva uma carta a alguém para lhe explicar por que a água é um recurso precioso”. As redações devem ser enviadas exclusivamente pelas instituições até o dia 15 de março, não sendo permitidas inscrições feitas diretamente por alunos.

Nesta primeira etapa do concurso, as escolas podem inscrever no máximo duas cartas cada, escritas por estudantes de até 15 anos de idade. As redações serão avaliadas ainda na fase estadual e as três melhores de cada estado serão premiadas. O resultado da etapa estadual deve ser divulgado a partir do dia 4 de abril. Os primeiros colocados de cada estado concorrerão na etapa nacional, que elegerá uma carta para representar o Brasil na fase internacional.

A redação deve ser uma carta argumentativa recente e inédita, escrita de próprio punho, com caneta esferográfica preta ou azul, preferencialmente na folha pautada específica do concurso, em língua portuguesa, e conter no máximo 800 palavras. A apresentação deve ser em forma de carta internacional, ou seja, começar por forma de tratamento pessoal como Caro/Cara, Prezado/Prezada, Querido/Querida, incluir o endereço do destinatário e do remetente e terminar com uma assinatura.

Serão avaliados itens como coerência, criatividade na abordagem do tema, desenvolvimento das ideias expressas de forma inteligente e clara e utilização de vocabulário diversificado e rico. O formulário de inscrição, o regulamento, a folha pautada e o endereço para envio da redação estão disponíveis no site dos Correios, na seção “Sobre os Correios” (www.correios.com.br).

Premiação – Os primeiros colocados na fase estadual receberão como prêmio um tablet e os segundos e terceiros colocados, câmeras digitais. As escolas serão contempladas com um computador (primeiro colocado) e impressoras multifuncionais (segundo e terceiro colocados). Já na fase nacional, o vencedor vai ganhar uma TV de LED 32’’, além de troféu e certificado, e a escola receberá também um televisor e uma oficina da modalidade esportiva Tênis, patrocinada pelos Correios, a ser realizada no local.

Concurso – O Concurso Internacional de Redação de Cartas para Jovens é promovido anualmente pela União Postal Universal (UPU), sediada em Berna, na Suíça, com o objetivo de desenvolver a habilidade de composição dos jovens, contribuir para o estreitamento das relações de amizade internacionais e aprimorar a comunicação por meio da escrita. Os Correios participam voluntariamente, pois o Concurso está alinhado a um dos objetivos do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU), que é “Educação Básica de Qualidade para Todos”, além de incentivar a leitura e a produção textual.

No Brasil, o concurso é desenvolvido em três fases: escolar, estadual e nacional. A participação se dá por meio das escolas (rede pública e privada), que selecionam, entre as redações de seus alunos, as duas melhores cartas para representá-las. Na fase estadual, são premiadas as três melhores redações de cada estado e na fase nacional é escolhida apenas uma carta que irá representar o Brasil na fase internacional.

SERVIÇO

42º Concurso Internacional de Redação de Cartas para Jovens

Tema: “Escreva uma carta a alguém para lhe explicar por que a água é um recurso precioso”

Período de inscrições: até 15 de março

Podem participar: alunos de até 15 anos, por meio de escolas públicas ou particulares

Mais informações: www.correios.com.br (seção “Sobre os Correios”

 diariodepernambuco.com.br

Estudantes superam desafio de evoluir no comportamento



Projeto sobre respeito mútuo entre os alunos da escola potiguar ajudou também a reduzir o déficit de aprendizagem (foto: arquivo da professora Danielle Queiroz)Ao ingressar na Escola Municipal Henrique Castriciano, em Natal, Rio Grande do Norte, no início de 2012, a professora Danielle de Andrade Queiroz começou a lecionar a duas turmas de quarto ano do ensino fundamental marcadas pela indisciplina e pelo desrespeito com professores e colegas. As dificuldades geradas pelo mau comportamento e brigas constantes motivaram a professora a criar o projeto Queremos Respeito; Portanto, Respeitamos o Outro, um dos ganhadores da sexta edição do Prêmio Professores do Brasil.
Cada atitude desrespeitosa levava Danielle a estimular a reflexão entre os estudantes para fazê-los perceber como se sentiriam se as posições se invertessem e alguém fizesse a eles aquilo que estavam fazendo. Como os alunos não se tratavam pelos nomes próprios, somente por apelidos, geralmente pejorativos, a professora começou a trabalhar com essa questão, com dinâmicas na sala de aula.

A partir dessas reflexões iniciais, o projeto pedagógico foi crescendo e tomando dimensão mais ampla. Como os estudantes tinham grande déficit de aprendizagem, Danielle resolveu unir o projeto sobre o respeito a um outro, de literatura, o Era uma Vez Dois e Três. Assim, criou um espaço literário na sala de aula. “Uma malinha literária era levada para o intervalo e podia ser usada também por estudantes de outras turmas”, afirma a professora. “Isso acabou criando laços afetivos entre eles.”

Antes da leitura e da escrita, foi desenvolvida a questão da afetividade. “Quando eles alegavam não conseguir fazer alguma coisa, eu dizia: ‘Conseguem! Vocês são inteligentes e têm capacidade’, e ia elevando a autoestima deles.” Assim, Danielle conseguiu o que sempre procurou. Ou seja, estabelecer laços afetivos e inseri-los no dia a dia dos estudantes. “Eles começaram a ter amizade e união entre si”, destaca.

Livros — Com o sucesso do trabalho, os alunos de Danielle passaram a ser convidados para organizar eventos na escola, ministrar seminários em outras turmas ou simplesmente conversar com os demais estudantes. “Eles começaram a se achar importantes”, assinala a professora. Segundo ela, a maior vitória foi a publicação de dois livros, elaborados totalmente pelos alunos — Paz na Escola, por um Mundo Melhor e Victor, o Menino que Queria Ser Respeitado. “Foi um trabalho coletivo, realizado durante o ano todo.”

Além disso, alguns alunos passaram a realizar trabalhos independentes, como livros de histórias e de poesias. “Com o projeto, criamos escritores e conseguimos coisas que nem imaginávamos”, ressalta a professora, que admite surpresa com o trabalho desenvolvido pelos estudantes a partir do tema drogas. “Apresentei um desafio, e eles conseguiram superá-lo”, destaca. “Criaram histórias e depois as dramatizaram.”

Em 2013, Danielle assume novas funções. Há 15 anos no magistério, com formação em pedagogia e especialização em educação infantil e em psicopedagogia, ela será gestora do Centro Municipal de Educação Infantil Fernanda Jales.

Fátima Schenini

Aulas da especialização em fundamentos da educação começam no próximo sábado


As aulas do ‘Curso de Especialização em Fundamentos da Educação: Práticas Pedagógicas Interdisciplinares’, promovido pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEE), terão início neste sábado (23) das 7h30 até as 12h30. A capacitação acontece nos doze polos localizados nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Itabaiana, Cuité, Catolé do Rocha, Araruna, Guarabira, Monteiro, Princesa Isabel, Sousa, Itaporanga e Patos. Nessa quarta-feira (20), foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE), resoluções sobre a aprovação do regimento e da estrutura acadêmica do curso de especialização.
O curso acontecerá aos sábados e será formado por nove módulos, com previsão para término no dia 11 de março de 2014 com a defesa das monografias. A especialização contempla aulas presenciais e à distância e será realizada pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). A grade curricular conta com seguintes módulos: Identidade e Pluralidade Cultural, Tecnologia Educacionais, Processos de Cidadania e Relações Sociais, Comunicação e Linguagem, Trabalho e Sociedade, Mídia, Cultura e Imaginário Urbano, Teorias e Práticas de Pesquisa, Elaboração e Defesas de Monografias e Encerramento das Defesas de Monografias.
Foram oferecidas oito mil vagas para profissionais da rede estadual de ensino, em um investimento de R$ 9.276.650,91. Com inscrições gratuitas, o curso tem como objetivo promover a formação continuada dos profissionais graduados e efetivos que atuam na rede estadual de educação básica.
De acordo com a secretária de Estado da Educação em exercício, Márcia Lucena, no curso de especialização os profissionais terão a oportunidade de fazer a capacitação e uma reflexão sobre práticas pedagógicas interdisciplinares, na perspectiva de melhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem dos estudantes. Tudo de acordo com as normas estabelecidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB nº 9394/1996, em seu artigo 67, e a meta 16 do Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020).
“O Curso de Especialização em Fundamentos da Educação: Práticas Pedagógicas Interdisciplinares é parte integrante do Plano de Gestão Paraíba Faz Educação, lançado em agosto de 2011. Terá duração de 12 meses e será realizado em nove módulos, cujos conteúdos curriculares estarão voltados para os eixos temáticos norteadores da Educação no Estado da Paraíba: Educação e Identidade, Educação e Tecnologia, Educação e Campo, Educação e Cidadania, Educação e Cultura, Educação e Cidade, Educação e Comunicação, Educação e Trabalho e Educação e Pesquisa”, destacou a secretária.